Telefonema da E-REDES há pouco

Sobre o perigo de falha estrutural na iluminação pública

O antigo que resistia a tudo

Na sequência da nossa exposição por escrito e ilustrada por fotos, acabamos de receber um telefonema, muito cordial, da E-REDES, em que nos foi comunicado o seguinte:

1 – A manutenção dos novos postes de iluminação LED não é da responsabilidade da E-REDES porque a Câmara Municipal de Castro Daire contratou uma empresa privada para proceder à instalação deste sistema de iluminação pública, sem nenhuma comunicação à E-REDES de que o ia fazer.

2 – Neste quadro, a E-REDES declina toda e qualquer responsabilidade pela situação e remete para a empresa contratada pela Câmara.

3- Afirma ainda que a situação em causa é do conhecimento da autarquia há semanas e que na terça feira passada, se comprometeram a mandar resolver sem demoras.

Ora bem. Ficamos a saber duas coisas :

1 – Que a integridade da iluminação pública é da responsabilidade da Câmara e não da E-Redes.

2 – Que ninguém ligou pevas à perigosidade da situação que exigia acção correctiva imediata.

Ficamos a não saber 3 coisas mas que exigimos saber :

Qual foi a empresa contratada para a instalação do sistema de LED, se houve concurso público ou se foi por ajuste directo e quanto custou esta ineficiência de instalação e manutenção, que põe em risco vidas de crianças da escola que por ali passam todos os dias, mais as dos outros transeuntes na Rua Principal de Mões.

Se ninguém pede explicações, vamos continuar a ser considerados um bando de carneiros da freguesia de Mões, uns tipos que se contentam com uns foguetes nas festas. Isto não é democracia, é caciquismo à moda antiga.

Agradecemos à E-REDES a rápida reacção à nossa comunicação, não demorou 2h a reagir.

Pena que outros demorem semanas a não fazer nada.

Ao menos tenham atenção aos alunos do Agrupamento das Escolas de Mões que passam por lá aos grupos, sem se aperceberem do risco, várias vezes por dia.

Quando suas excelências se dignarem vir resolver o problema, que revejam tudo o que fizeram como garantia para todos nós, “eles” incluídos.

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