AFINAL NESTA PANDEMIA AINDA HÁ BONS NEGÓCIOS

Mário Jesus

Passa-se em relação ao negócio dos infantários e creches, que encerrados e sem actividades, não estão a ter quaisquer encargos a serem suportados pela(s) respectivas gerência(s), isto é, não há despesas, com a energia eléctrica, consumo de água, gastos com a alimentação para os mais pequenos, rendas, (parte)  dos ordenados das empregadas, que decerto estão a serem pagos, através “LAY-OFF”, e suportados pelo IPSS-Segurança Social, e outros encargos inerentes a esta actividade. Contudo estão a exigir por parte dos pais o pagamento  das respectivas mensalidades, como se estivessem, em plena actividade a prestar algum serviço. Ao estarem a exigir as mensalidades aos pais, estão a facturar, como tal será possível terem os empregados, em regime de”LAY-OFF”? Será que a Segurança Social está devidamente atenta a estas irregularidades, e há a devida inspecção do que se está a passar neste género de negócios, que passou a “moda”, aproveitando-se os infantários e creches, da pandemia, para serem os pais os responsáveis por “segurarem” a manutenção destes negócios. Quantos pais porventura e devido a esta pandemia, ficaram sem o seu sustento, alguns sem empregos, e como podem ser estes a ter que sustentar o negócio que não lhes pertence?

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No meio desta pandemia, ainda há, infelizmente, quem se queira aproveitar, e passaram “certidões de ignorância”, nestes casos concretos aos muitos pais, que procuram com muitos sacrifícios segurarem um espaço onde possam deixar as suas crianças, quando tudo voltar à normalidade, que decerto vai voltar à normalidade. Mas, serem os muitos pais a ter que suportar um negócio que não é deles, é de lamentar, pois nesta pandemia, ainda há bons negócios e um grande aproveitamento, o que é de lamentar!

Mário da Silva Jesus

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