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Suspeitas sobre a independência da Tribuna de Mões.

Suspeitas sobre a independência da Tribuna de Mões.

Não pode subsistir qualquer dúvida sobre o editor da TM e eventuais colaboradores de opinião.

Todos os seres Humanos têm opiniões políticas, simpatias políticas, opiniões religiosas, opções de  Fé, orientações sexuais ou de identidade de género, afinidades e desigualdades múltiplas.

Mas o mais importante são todas estas, as pessoas.

A Tribuna de Mões nunca reverberou, não reflecte nem nunca vai reflectir filiações ou tendências. A TM nasceu para dar voz a Mões e as Aldeias, à nossa gente de Mões e as Aldeias. Não tem sido bem-sucedida a TM. Há ainda um receio de exposição, de dizer o que nos vai na alma perante o desleixo, a incapacidade de gestão, a débil formação moral de quem se arvora em patrão de tudo isto, a arrogância, a falta de ética. A falta de identificação e estatísticas sobre quem é menos jovem, vive isolado e precisa de verdadeiro escrutínio, apoio do poder político ou até mesmo dos vizinhos. Falta, de forma gritante, este sentido de comunidade e visão humanista. Quando tudo isto falta, para que serve um cargo político que não é capaz de equacionar e por em prática políticas sociais e de desenvolvimento? Para nada. Para zero. Para bola. Para enfardar um ordenado e umas “regalias carnívoras de prepotência e arrogância” e dar partida a corridas de atletas. Genial. Um génio político. Um gnomo político.

É por causa deste tipo de “eleitozinhos”, estereotipo de gente medíocre e má, que o poder central fala da interioridade como um projecto da NASA ou da ESA (European Space Agency), ou seja, um dia iremos a Marte, para já não. O poder central sabe muito bem da falência intelectual, cultural, moral, ética, deste tipo de “poderzinho local”. Portanto, os locais que se amanhem porque votaram neles. Afinal é tudo “democrático”. Processualmente é, sem margem para dúvidas. Os eleitos é que muitas vezes não o são, pior, são burros mal formados (devido o nosso respeito às alimárias de gema). E nós aqui bem sabemos distinguir um palhaço eleito, de gente muito boa com carências que poderiam ser supridas não fosse o “tecnicismo a disfarçar incompetência”, socialmente absurdo,  palhaçada política local com carrinhas tipo caridadezinha. Temos opiniões, claro que temos. Desde o primeiro dia, dia 1 da nossa presença online, que nos definimos assim :

Não seria cordial, ético ou sequer justo, o editor definir uma linha que não tivesse o berço em Mões, no seu povo, na sua cultura e na forma de ser desta grande Vila. Se este  jornal tem a ambição de divulgar o que de melhor se faz regionalmente, tem também a visão de multiplicar a sua matriz de valores. Como se pretendem simples, eis no que se fundamenta a nossa linha editorial, a voz do povo bem alta nesta rima popular :

Sou da Beira, sou da Beira,

sou da Beira, sou beirão.

Na Beira também se criam

Rapazes de opinião.

A Tribuna de Mões não se redefine a favor dos ventos nem é uma rolha levada pelas correntes. Tudo tem um fim para que haja um novo início. No dia em que morrer a Tribuna de Mões, outra vontade igual ou análoga nascerá. Para que as Pessoas sejam respeitadas pelos políticos a quem pagam. A Tribuna de Mões está só e só a tentar mudar paradigmas. Se vai conseguir ou não, depende de Mões e suas Aldeias. Pelas pessoas, já valeu o esforço destes parcos meses. Bem Hajam.

“Nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”.

Bem vindos a Mões !