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Mais um contributo em forma de reportagem fotográfica do magusto organizado pela Sociedade Filarmónica

É bom sabermos que há uma comunidade unida, capaz de unir.

É exactamente esta a matriz original e arquetípica que nos levou a criar a Tribuna de Mões. Uma comunidade unida para o que der e vier. A união faz a força. Se formos unidos e nos mantivermos unidos, podemos enfrentar tudo, resistir a tudo e conseguiremos junto dos poderes locais e do poder central o melhor possível para Mões. Temos de entender que há sempre limitações, umas de índole orçamental, outras de agenda política (dos políticos sérios, o que é compreensível), outras de limitação geográfica, etc e mais. Não podem é haver razões politiqueiras, interpretadas por tipozinhos fracos no aquário da mediocridade, a impedir o desenvolvimento de Mões. A impedir criarmos riqueza e bem-estar em Mões. Alarves que não percebem que foram eleitos para servir e não usar. Mentecaptos armados em presidentes, que não sabem o que é democracia. A presidência de autarquias, no caso vertente, da junta de Mões, é uma coisa abjecta, distante,  paga por mim e todos nós, ao princípio do mês, a meio e ao ao fim do mês. A suposta “presidência” da junta insulta Mões, e já  tem barbas o insulto. O problema não reside no alinhamento político-partidário. O problema é o tipo. Ou estereotipo. Ou qualquer porcaria derivada da mesma etimologia. Se pensa que brinca e joga com as pessoas, está rotundamente enganado. Há um MP e há cadeia para falsos “portugueses” destes. O importante são as pessoas, não é um incompetente qualquer.Tão certos como estamos aqui. Chega de chaguinhas. Parou.