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Fim da campanha 2018. Agora é tomar conta das árvores que nos vão oferecer a campanha 2019.

Fim da campanha 2018. Agora é tomar conta das árvores que nos vão oferecer a campanha 2019.

Grandes equipas na colheita. Equipas que fazem equipa com todos.

Não só na nossa Beira Alta e por razões climáticas, a maturação da fruta, seu brix e dureza, chegou com um atraso importante. Não obstante, a maçã de Mões foi apanhada nos últimos 12 dias e encaminhada para os circuitos comerciais de maçã fresca e de maçã para transformação – para sumos, compotas, desidratada, doces, outros fins. O mais importante é registar que as colheitas, sejam do que forem, envolveram significativos esforços dos produtores e uma dedicação notável das mulheres e homens que colheram a fruta. As campanhas de colheita são oportunidades de trabalho num interior desertificado onde o discurso político da interioridade não colhe. Nós é que colhemos.

Por tudo isto e mais, quando compramos um doce ou compota de maçã, um sumo de maçã, uma gelatina, uma maçã desidratada, ou umas maçãs frescas numa superfície comercial, vamos dar mérito às árvores que deram, aos produtores que cuidaram das árvores como irmãs fossem, e finalmente às equipas de mulheres e homens que colheram a fruta para nosso conforto e deleite, para nossa alimentação saudável. E fizeram-no com alegria, com cuidado, com amor e com muito prestígio. Basta olhar para uma, só uma Maçã de Mões e vê-se bem numa só maçã, todas estas qualidades reflectidas na perfeição, sabor e aroma da fruta. Qualidades de quem cuidou e qualidades insuperáveis de quem as colheu para a mesa de todos nós. Bem hajam.