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A Tribuna de Mões errou.

e pede formalmente desculpa aos Leitores

Não é razoável porque extemporâneo. Nem possível por falta de credibilidade dos responsáveis, propor à actual junta de freguesia de Mões, um projecto de desenvolvimento local, sustentável, que desenvolvemos durante um ano com a colaboração de consultores da Universidade Católica de Viseu. As razões são as mais simples mas a principal é a falta de credibilidade das pessoas, desleixo em part-time e/ou time-sharing, inépcia gritante, recorrente. Neste sentido e contexto, “não se podem dar pérolas a porcos”. Passamos a explicar :
Lei 75/2013 de 12 de Setembro aplicada a Presidentes de Junta de Freguesia.
Assim, as competências materiais estão inscritas no artigo 16.º, alíneas de interesse.
Obriga a Lei, “1 — Compete à junta de freguesia”:
y) Colaborar com a autoridade municipal de protecção civil na iminência ou ocorrência de acidente grave ou catástrofe;
z) Promover a conservação de abrigos de passageiros existentes na freguesia;
aa) Gerir, conservar e promover a limpeza de balneários, lavadouros e sanitários públicos;
bb) Gerir e manter parques infantis públicos e equipamentos desportivos de âmbito local;
cc) Conservar e promover a reparação de chafarizes e fontanários públicos;
dd) Colocar e manter as placas toponímicas;
ee) Conservar e reparar a sinalização vertical não iluminada instalada nas vias municipais;
ff) Proceder à manutenção e conservação de caminhos, arruamentos e pavimentos pedonais;
ii) Administrar e conservar o património da freguesia.

Quem visita Mões pela primeira vez, assusta-se e até é possível vir a sofrer de stress pós-traumático. Seja qual for a entrada em Mões, temos placas toponímicas esturricadas há anos e anos que dizem “Bem-vindo a Mões e ainda o ridículo falso www.moes.pt”, uma mentira indesculpável, www.moes.pt, não existe como domínio, uma aldrabice de pessoas supostamente responsáveis, é tudo um anúncio de um filme de terror. Temos postes a cair por todo o lado, ao lado de escolas como temos vindo a denunciar há 10 meses. Temos lixo até ao limite. A única indústria transformadora da fileira agro-alimentar, trouxe cá clientes espanhóis, finlandeses e suecos que fizeram perguntas sobre o estado deplorável, degradante, de tudo à volta. É a imagem que Mões dá de Portugal. Não fossem as certificações desta indústria, seus irrepreensíveis processos certificados e resiliência perante quem não quer em Mões inovação e criação de riqueza, Mões não existia no mapa europeu. É assim que os edis de Mões acolhem investimento – investimento com capitais próprios e só com capitais próprios, que criam postos de trabalho, exportam cerca de 70% da produção contribuindo para o equilíbrio da balança comercial e criação de riqueza. Acolhem investimento em Mões ? Não, o importante é manterem o alpinismo social.
Onde reside o problema essencial? Em fraudes intelectuais/políticas, fraudes personificadas e tranvestidas em candidatos a eleições democráticas. Não são políticos de facto que concorrem, muito menos democratas. São meros alpinistas sociais com a mesma postura e prepotência duma PIDE fascista, que praticam a arrogância pessoal e até a ameaça velada no abuso de títulos funcionais de serviço às populações que lhes paga o ordenado ao fim do mês, prática limitada a dois metros quadrados de inteligência dos quais nunca saíram, vá lá a gente saber porquê. Mas podemos imaginar porquê. Quando dos incêndios em 2017, por esta altura do ano, os “kits de incêndio” estavam avariados. Não fossem as MULHERES e HOMENS dos BOMBEIROS de FAREJINHAS e as MULHERES e HOMENS de Mões e das Aldeias de Mões, teria sido uma catástrofe maior. Os “kits de incêndio” teriam evitado alguma coisa ? Talvez não. Teriam ajudado todos os que se expuseram e dominaram os fogos? De certeza que Sim. Mas “estavam avariados”.
Existem razões mais que suficientes para perda de mandato e até instrução de processo crime quando uma edilidade falta à Lei.
A Tribuna de Mões existe para servir. Nunca para prestar vassalagem a pretensos políticos que não sabem o que é a política. Porque não entendem o que é viver e servir numa comunidade. Entendem só o tirar vantagens pessoais da nossa Democracia. A nosso ver, uma prática protofascista que redunda numa pretensão de impunidade pelo estatuto apócrifo de “elegidos”. Sabem servir-se da Democracia com prepotências, ameaças e uma arrogância inefável. Estão completamente enganados. Os burros são eles, não somos nós. Peço desculpa ao equus asinus, vulgo asno, um animal credível. Outros animais não o são. Quem não quer ser lobo, não lhe veste a pele e muito menos concorre a eleições democráticas. A impunidade é só um hiato temporal. A impunidade já não existe.