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Empresário da Loja da Amizade declara “Inaugurada a não inauguração”.

O corpo redactorial da Tribuna de Mões acompanhou desde início a ideia já materializada da criação da Loja da Amizade em Mões, símbolo e testemunho da amizade Portugal-Cabo Verde.
Depois de todo o investimento que levaria à criação de dois postos de trabalho em Mões, depois da intenção com bondade diplomática de abrir em Mões uma empresa com vista a trocas comerciais com Cabo Verde no domínio do artesanato entre outros, o investidor/empresário fez constar por edital, aposto na porta do estabelecimento, que “A Loja da Amizade, para não fechar, nem sequer vai abrir”.
Tudo se deve ao “auto-poder-cadáver” a quem o investimento sem contraponto pessoal não serve e logo persegue. Persegue com ultimatos e ameaças, matriz remanescente da mentalidade pidesca em que tiveram berço e de que ainda enfermam, por evidente défice de inteligência de competência e de cultura humanista.
E assim se perdem para já 2 postos de trabalho e um agente económico, cujo contributo gerador de riqueza para Mões, só beneficiaria a nossa comunidade. Resta-nos esperar por melhores dias, mas sem nunca cruzar os braços perante a mediocridade e a má fé.